Precatório é saída contra armadilha dos juros de empréstimos

Com os juros básicos do país fixados pelo Banco Central (a Selic) em alta para segurar a inflação de dois dígitos, as taxas de juros do crédito pessoal e
outros financiamentos também se tornaram uma armadilha ainda maior para quem contraiu empréstimos. E, também, para quem está pensando em
bater à porta de um banco ou financeira para conseguir recursos necessários para fechar o orçamento mensal ou honrar um compromisso familiar. Em
apenas um ano, o BC elevou a Taxa Selic de 4,25% (julho de 2021) para os 13,25% atuais, enquanto a inflação oficial, medida pelo IPCA (IBGE), continua
resistente, acumulando 11,89% nos últimos 12 meses.

Nesse cenário, o salário de quem está na ativa e os benefícios de aposentados e pensionistas também são corroídos pela inflação elevada, reduzindo o
poder de compra e apertando o orçamento familiar. Assim, quem possui um precatório (dívida judicial com ordem de pagamento em sentenças
definitivas) ou herdou um ativo judicial dos pais ou avós não deve pensar duas vezes. Caso tenha precatório ou direito creditório, deve buscar negociar
o seu ativo por um preço justo e, com os recursos, quitar imediatamente suas dívidas, se livrando da armadilha dos juros antes que a dívida se torne
impossível de ser honrada.

Vale o alerta. Os juros cobrados nos empréstimos e financiamentos estão proibitivos. De acordo com informações do BC, os juros do crédito não
consignado para pessoa física em grandes bancos e financeiras variam de 25%, 30% até 100% ao ano. E há instituição cuja taxa chega a 1.130% ao ano.
Até no crédito pessoal consignado (privado) as taxas estão muito caras. Oscilam, em grandes instituições, entre 24% e 38% mas podem alcançar 72% ao
ano.

E quem perdeu o controle e entrou no vermelho no cheque especial também está diante de um grande problema. Ainda segundo dados do BC, as taxas
de juros dessa modalidade passam de 100% ao ano, podendo atingir em grandes bancos até 180%.  

Segundo estimativas, o Brasil tem cerca de 60 milhões de pessoas endividadas. E desse total, aproximadamente metade é de superendividados, que não
conseguem pagar as suas dívidas. Se você está nesse grupo ou não quer enfrentar uma “bola de neve” dos juros altos de empréstimos bancários, está
na hora de negociar o seu precatório. Sem falar que, além de quitar a sua dívida, podendo assim dormir com tranquilidade, você talvez consiga também
realizar um sonho caso sobrem recursos. Sonho de uma viagem há muito tempo planejada ou de financiar com tranquilidade a educação dos filhos e
netos. Isso pode mudar a história de uma família.

Venha falar com quem entende de precatórios e acumula experiência de 10 anos no mercado. Na Capital Rights, nossa equipe de profissionais
especializados sempre atua com ética, valorizando o seu ativo judicial e encontrando um preço justo na transação com investidores interessados em
adquiri-lo. Não espere mais por anos para receber os seus direitos.

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