Modelo financeiro exclusivo da Droom beneficia negociação de precatórios ao fixar preço justo com mais de 95% de acerto.

A inteligência financeira da Droom, aliada à expertise e credibilidade do seu braço jurídico, o GAE – Gouvêa Advocacia e Estratégia, levou à criação de uma modelagem própria de cálculos que beneficiam os credores de precatórios. Após detalhada avaliação dos ativos judiciais, quando a Droom faz uma proposta ao cliente, a empresa oferece um preço acurado para o precatório ou direito creditório. Nessa negociação também sai ganhando quem investe em precatório, pois a operação é transparente e traz confiabilidade.

A equipe de especialistas da Droom desenvolveu um modelo próprio financeiro com mais de 95% de acerto na precificação do precatório. A diferença entre o preço oferecido ao cliente pelo precatório e o valor efetivamente pago, ao final do processo judicial, é inferior a 5%. Ou seja, a empresa livra o credor de precatório dos elevados deságios praticados por parte do mercado e, assim, estabelece um preço legítimo para o ativo judicial.

“Na Droom, nós conectamos o credor judicial e seu advogado com o investidor, sempre com transparência e segurança jurídica. Com a nossa equipe de especialistas, desenvolvemos um sistema on-line de precificação dos ativos judiciais, uma modelagem própria, e com isso entregamos um valor de mercado justo para o credor e bastante atrativo para o investidor”, disse Raphael Regis Pereira, Diretor Financeiro da Droom.

Entre as informações que alimentam essa metodologia própria da Droom de cálculos do preço do precatório, está uma análise detalhada do ativo judicial. Os times de especialistas da Droom analisam, entre outros dados jurídicos e financeiros, as características do precatório (se está ligado a uma desapropriação ou é previdenciário/alimentício, por exemplo), a inscrição ou não na dívida ativa e o nada consta na Receita Federal, as jurisprudências associadas a cada processo judicial, com base em todas as legislações vigentes.

O modelo tem o amparo legal, seguindo a resolução 303 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). São realizadas simulações sobre o valor do ativo judicial e, finalmente, se chega ao preço justo de quanto o cliente tem a receber.

O prazo da operação, fixado em contrato, é normalmente de 60 dias. Em dois meses, a Droom faz a “due diligence”, que é uma verificação usada para checar informações sobre as partes antes do estabelecimento de relações comerciais, a precificação, os contratos entre as partes (credor do ativo judicial e o investidor) e a escrituração pública do efetivo pagamento.

Para o credor dos ativos judiciais, a solução financeira e jurídica criada pela Droom é uma oportunidade segura de antecipar os recursos dos ativos judiciais que possui ou foram herdados pela família. E, assim, ele consegue acelerar a realização dos seus sonhos.

Já para o investidor, a transação – baseada na modelagem exclusiva e confiável de cálculos dos ativos judiciais – é uma garantia para minimizar os riscos e otimizar o retorno. A rentabilidade do investimento, que tem garantia constitucional pela Lei (EC 62/2009), pode atingir 25% a 30% ao ano, muito acima da Selic (taxa básica de juros do país), hoje em 13,75%. Portanto, quem investe em ativos judiciais assegura ganhos reais, em um cenário de queda da inflação no país.

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